sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

ANIVERSÁRIO 472 ANOS DA CIDADE DE SÃO PAULO - 25 DE JANEIRO DE 2026 - ILUMINAÇÃO - DA LUZ NATURAL À LUZ ELÉTRICA e ELÉTRICA/LED NA CIDADE DE SÃO PAULO


PARA FESTEJAR O ANIVERSÁRIO

472 ANOS - 25 JANEIRO 2026 

DA CIDADE DE SÃO PAULO,


LOGO PELA MANHÃ, 

 BALÕES FLUTUAM NO CÉU AZUL, AZUL,

E OS OLHARES FIXOS, EMOCIONADOS, CONTENTES E AGRADECIDOS  

POR VIVER NO SOLO DA NOSSA QUERIDA E ACOLHEDORA CIDADE DE SÃO PAULO,  

OS SEGUEM ATÉ ELES CRUZAREM A LINHA DO HORIZONTE!

Noemia Arabe




TÓPICOS

1º - LUZ NATURAL
1 - LUZ DO DIA
2 - LUZ DA NOITE

2º - LUZ ARTIFICIAL
-  FOGO
1 - FOGUEIRAS
2 - TOCHAS

3ºINTRODUÇÃO  
1 - DE LAMPARINAS
2 - DE VELAS


4º - ILUMINAÇÃO A AZEITE

5º - ILUMINAÇÃO A GÁS

6º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA

7ª - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA/LED

NOTAS:
1ª - Embora esta minha Postagem seja sobre ILUMINAÇÃO - DA LUZ NATURAL À LUZ ELÉTRICA/LED NA CIDADE DE SÃO PAULO, 
faço a INTRODUÇÃO, 
discorrendo sobre COLINA e PLANALTO, os quais, fazem parte da HISTÓRIA DA CIDADE DE SÃO PAULO e o QUANTO SÃO IMPORTANTES.
2ª - Registro do meu especial AGRADECIMENTO ao fotógrafo, MARCOS AFONSO, que também no discorrer dessa minha Postagem, a ilustro com suas FOTOS INÉDITAS, as quais, ele me presenteou.
3ª - E, de certa forma, fazendo parte do CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE SÃO PAULO, MONUMENTOS, como a CATEDRAL DA SÉ, PALÁCIO DA JUSTIÇA, TEATRO MUNICIPAL, praças da REPÚBLICA e JÚLIO MESQUITA, obrigatoriamente são mencionados, TECNOLOGIA LED.

Noemia Arabe


DATAS IMPORTANTES
- ATÉ ANTES DE 1554
- 25 DE JANEIRO DE 1554
- 25 DE JANEIRO DE 2026

ATÉ ANTES DE 1554
COLINA E PLANALTO
Não se sabe precisar desde quando os indígenas, povo originário, nativos da terra, da tribo do Cacique Tibiriçá, da Aldeia Inhapuambuçu ou Aldeia Piratininga, viveram ou habitaram, para eles, a colina e o planalto, que eles chamavam de Planalto de Piratininga, até a vinda, ou a chegada dos portugueses, quando aqui, esses portugueses, definitivamente se radicaram e,

25 DE JANEIRO DE 1554
fundaram a Cidade de São Paulo em 1554, Século XVI, passando a chamar a colina e Planalto de Piratininga de colina e Pateo do Collegio, atual Pátio do Colégio.
E, os portugueses sendo bem recebidos pelos indígenas, o povo originário, nativos da terra, se adaptaram a viver como eles.
A dormir em redes e a plantar e a comer a mandioca.
É, claro, cozida porque os indígenas já conheciam o fogo e já faziam os seus assados.

25 DE JANEIRO DE 2026,
ANIVERSÁRIO DE 472 ANOS
DA CIDADE DE SÃO PAULO,
Chamo a atenção dos Senhores Paulistanos e Paulistas e de todos como turistas, visitam a nossa bela CIDADE DE SÃO PAULO, que fazendo parte do Pátio do Colégio e seu complexo ao visitá-los, lá dentro, na parte interna, se aproximem bem próximo das grades, local do estacionamento que não é público e caminhem por toda a sua extensão e os senhores poderão AVISTAR a COLINA de cima para baixo e se a curiosidade aumentar ou a sensação de quero ver mais, concluam o percurso para também vê-la de baixo para cima, saindo do Pátio do Colégio, atravessem a rua, sentido Rua General Carneiro, descendo, percorrem-na no lado direito, olhando, os Senhores verão grades e entre as barracas dos ambulantes já poderão avistar diversos tipos de árvores, um arvoredo, parte da COLINA, da imensa COLINA QUE FORA, desçam essa rua até o final, na esquina, do mesmo lado, que dá frente para uma praça, contornem, sigam em frente, na calçada com grades, os Senhores poderão vê-la, ainda MAJESTOSA e ao lado, os fundos do Beco do Pinto e os fundos da casa da Marquesa de Santos, da DOMITILA DE CASTRO CANTO E MELO, com um coqueiro muito alto.



FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
vista parcial do que restou da Colina 
de baixo para cima



FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
fundos do Beco do Pinto
vista de baixo para cima

HERANÇA - 
MONUMENTO HISTÓRICO

PARA RELEMBRAR,


A COLINA NA SUA PLENITUDE
Muito antes do ano de 1500, século XV, os indígenas, povos originários, da tribo  Guaianases do cacique Tibiriçá, Aldeia Inhapuambuçu ou Aldeia Piratininga, já habitavam e moravam nos Campos do Vale de Piratininga, especificamente no lugar onde foi erguido e onde até hoje está o MOSTEIRO DE SÃO BENTO, entre imensas florestas fechadas com terras de chão batido, de barro quando chovia, planícies, vales, rios com água potável e transparente, onde os peixes se multiplicavam e com também animais ferozes, aves, pássaros e trilhas caminhos QUE OS INDÍGENAS QUE AQUI JÁ VIVIAM e somente eles a desbravavam quando a procura da caça, pesca, das frutas e das plantas; ervas medicinais, nas imediações do PLANALTO DE PIRATININGA. 


SÉCULO XVI - ANO 1553
Ano de 1553, vindo da Capitania Hereditária de São Vicente, da qual era donatário, o nobre português, militar e administrador colonial, Martim Afonso de Sousa, (lavoura da cana-de-açúcar), por um dos caminhos, o de Santos e íngreme Serra do Mar, aberto pelos indígenas, os jesuítas, padre Manoel da Nóbrega e o até então, noviço, José de Anchieta e mais outros jesuítas da Companhia de Jesus trilharam e procurando acharam no Planalto de Piratininga as boas condições para se instalar e iniciar a catequização dos indígenas Guaianases que ocupavam a terra.
A Cidade de São Paulo, a partir do Colégio de São Paulo de Piratininga formou-se no alto de uma colina entre os Vales dos Rios Anhangabaú e Tamanduateí. 

LOCAL SEGURO, DE ONDE SE TINHA VISTA PRIVILEGIADA DE TODAS AS DIREÇÕES, ou melhor, 360°, para dificultar os ataques de inimigos ou de outras tribos indígenas, de clima tropical, com vegetação campestre dominante e de água abundante próprio para o povoamento.

ANO 1554 SÉCULO XVI
FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO
A Cidade de São Paulo nasceu no Planalto de Piratininga com a Primeira Missa rezada pelo Jesuíta Padre Manoel da Nóbrega, português e pelo até então, noviço José de Anchieta, (que tinha apenas, 20 anos de idade, nascido em 19 de março de 1534, em Tenerife, Ilhas Canárias, Espanha), em frente a uma cabana 



coberta de folhas de palmeira de cerca de noventa metros quadrados - ou, como descrita pelo noviço, José de Anchieta, de dez por quatorze passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) e, também a cabana passou a ser conhecida como o Real Colégio de São Paulo de Piratininga, em 1554, um colégio jesuíta destinado a evangelização dos indígenas do local e teve como participantes, outros padres da Companhia de Jesus e os indígenas, da qual, Tibiriçá sendo o Cacique, passando ele a se amigo, acolhendo e protegendo os jesuítas.
E, tendo os portugueses, todos esses, indígenas, como ESTEIO PARA A NOVA CIVILIZAÇÃO.


A Fundação da Cidade de São Paulo por Oscar Pereira da Silva - Coleção Museu da USP



RELEMBRAMOS, 
QUE A COLINA 
NA SUA PLENITUDE ERA IMENSA!




AGORA, VAMOS VER O QUE DA IMENSA COLINA  RESTOU...
NESSA BELA FOTO  COM A LUZ DO SOL REFLETINDO SOBRE ELA  A SEGUIR:



FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
A COLINA VISTA DE BAIXO PARA CIMA

SEM PLACA, QUEM PASSA NÃO SABE...

- PLANALTO DE PIRATININGA (TOPO) 

nome dado pelos indígenas

1º- PATEO DO COLLÉGIO (TOPO) 

2º atual - PÁTIO DO COLÉGIO

nome dado pelos portugueses

- COLINA - (BASE)

A COLINA - (BASE), embora, hoje aterrada, junto com a região de várzea do Parque Dom Pedro II, Rua 25 de Março -  Centro/Sé - São Paulo - SP, porque sofria grandes inundações quando os rios transbordavam ainda dá para notar que ela continua íngreme, uma difícil subida.


TÓPICO 1º - LUZ NATURAL
1a - LUZ DO DIA
- O SOL 
É uma estrela, o maior e principal astro do nosso Sistema Solar.
É a principal fonte de luz e energia para a existência da vida na Terra.
1b - LUZ DA NOITE
- A LUA
A Lua é o satélite natural da Terra.
Um corpo celeste que orbita nosso planeta, não tendo luz própria, mas refletindo a luz do Sol, sendo o segundo objeto mais brilhante no céu depois do Sol.
A noite de lua cheia clareia a Terra.
A Lua já nos fornece energia indiretamente pelas marés, mas o futuro aponta para tecnologias avançadas que podem transformar o satélite em uma fonte direta e abundante de energia limpa para a Terra.
Antes de 1554 os indígenas que viviam no PLANALTO DE PIRATININGA se orientavam principalmente pela LUZ NATURAL, DO DIA e DA NOITE.
A observação do céu noturno e dos astros tinha grande importância para a astronomia indígena, orientação e rituais.

TÓPICO 2º - LUZ ARTIFICIAL
-  FOGO
1a - FOGUEIRA
2b - TOCHA

ASSUNTO: FOGO
Eu, Noemia Arabe, lembro-me de já ter lido e pessoas falarem que o atrito entre duas pedras conseguia-se o FOGO.
Hoje, como o assunto é pertinente pesquisando na internet sobre o FOGO, encontrei esse artigo MUITO INTERESSANTE, COM DIFERENTES OBSERVAÇÕES, QUE MENCIONO ABAIXO, 
1ª e 2ª,  do autor arqueólogo e pesquisador britânico John Gowlett publicado na revista Philosophical Transactions of the Royal Society, que passo na íntegra a transcrever, onde ele afirma que o FOGO acontece:
1ª - por meios de incêndios naturais - raios de tempestades e,
2ª - quando ele aponta as três formas o porquê da utilização do FOGO.
VAMOS A ELA
Ainda há muito a ser estudado e descoberto sobre quando e por que o fogo foi utilizado pela primeira vez.
Assim, afirma o arqueólogo e pesquisador britânico John Gowlett, professor de arqueologia e egiptologia, em um artigo publicado na revista Philosophical Transactions of the Royal Society, em 2016.
Sabe-se que os primeiros hominídeos conheceram o fogo por meio de incêndios naturais, principalmente os que são produzidos por raios de tempestades.
No entanto, a descoberta do fogo como ferramenta pelos seres humanos é considerada um processo de longo prazo.
COMO O FOGO COMEÇOU A SER UTILIZADO?
Para compreender como a apropriação do fogo pelos humanos aconteceu, o autor aponta três formas de utilização do elemento:

1 - Como iluminação para encontrar; em locais escuros, ovos de aves, lagartos e outros animais que serviam de alimentos;
2 - Como forma de aquecimento, proteção e preparo de alimentos;
3 - Como ferramenta para a produção de cerâmica e outros objetos. 

O artigo explica como um desses usos pode ter marcado o início do interesse humano pelo fogo "As aves (como por exemplo, os falcões) estão atentas às oportunidades de apanhar animais, incluindo invertebrados, que estão fugindo de incêndios. É possível que situações semelhantes estejam na base das primeiras interações humanas com os incêndios".
A procura de comida após um incêndio teria levado à ingestão de alimentos cozidos acidentalmente, algo que teria, então, sido replicado pelos humanos no consumo de carne, explica John Gowlett.
HÁ QUANTO TEMPO O FOGO É UTILIZADO?
Embora as evidências do uso do fogo sejam escassas na arqueologia, há provas de material queimado datado de cerca de 1,5 milhão de anos atrás, afirma o artigo da "Philosophial Transactions of the Royal Society".

Na mesma linha, o Museu Nacional de História Natural Smithsonian, em Washington "D.C." ou (d.C.), nos Estados Unidos, afirma que a prática de cozinhar pode datar de há mais de 1,5 milhões de anos. No entanto as primeiras lareiras ou fogões registrados têm cerca de 790 mil anos.

A Encyclopedia Britannica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido) relata que as evidências indicam que a primeira utilização controlada do fogo ocorreu há pouco mais de 1,4 milhão de anos.

Contudo, ressalta a Encyclopedia, só a partir de 7000 a.C, é que os humanos do período Neolítico desenvolveram técnicas para fazer fogo usando ferramentas produtoras de fricção (através do atrito de dois corpos ou objetos).
Fonte Crédito: https://nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/03/quando-e-como-foi-descoberto-o-fogo-a-verdade-sobre-essa-historia

COMO SE DEU A DESCOBERTA DO FOGO E DE COMO FAZER FOGO?
OBSERVAÇÃO NATURAL:
1 - Os primeiros humanos provavelmente viram o fogo gerado por raios em florestas e aprenderam a mantê-lo aceso, usando-o para aquecer e afastar predadores.
2- PRIMEIROS REGISTROS: 
Evidências de uso de fogo datam de milhões de anos, com o Homo erectus usando-o para cozinhar por volta de 1,8 milhão de anos atrás, o que melhorou a digestão e absorção de nutrientes.
3 - COMO FAZER FOGO (MÉTODOS PRIMITIVOS)
A capacidade de criar o fogo foi um passo decisivo, envolvendo:

1 - Atrito ou Fricção: esfregar rapidamente duas pedras, sílex e pirita (ouro dos tolos) até que as faíscas caiam sobre um material seco e inflamável (isca), como: palha, fungos secos ou musgo.

2 - Atrito ou Fricção: usar um pedaço de madeira para criar atrito ou fricção contra outro pedaço de madeira como base, gerando calor até formar brasas.

Como fazer FOGO, essa habilidade permitiu aos humanos:
1 - se aquecer, 
2 - cozinhar, 
3 - se proteger de animais selvagens, 
4 - estender as horas de atividade, 

1a - FOGUEIRA
DO FOGO VEIO A FOGUEIRA
que é uma manifestação controlada e simbólica do fogo, que se podia e que ainda hoje se pode
bater papo ao redor de uma fogueira e até mesmo como ponto de encontro social, aquecimento e celebração, especialmente nas Festas Juninas ou em qualquer festa, celebração que se queira, À LUZ DO LUAR.



FOGUEIRA
FonteCrédito: https://cordilheira.com.br/blogs/cordilheira/como-acender-uma-fogueira-de-forma-pratica?

1b - TOCHA
DO FOGO VEIO A TOCHA
Tochas rudimentares, tipo de luz artificial, que eram usadas para iluminação externa e em áreas maiores e também, por pessoas quando precisavam caminhar à noite por ruas escuras,
feitas de material combustível ou inflamável, como resina natural e madeira, amarrado a um bastão.
TOCHA












Fonte Crédito:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tocha


TÓPICO 3º - INVENÇÃO
1a - DE LAMPARINAS
A lamparina foi inventada antes que a vela.
A lamparina, como um recipiente simples com azeite e pavio, precede a invenção da vela de pavio estruturado.

As lamparinas de azeite são muito mais antigas e foram um dos primeiros métodos de iluminação artificial após a descoberta do fogo.

As primeiras lamparinas, feitas de pedra, conchas ou barro, datam de milhares de anos atrás, sendo usadas desde o Paleolítico Superior e encontradas em civilizações antigas como a Mesopotâmia, há mais de 4.500 anos.

Durante milênios, as lamparinas a óleo foram a principal forma de iluminação doméstica.
Observação: lamparinas e lâmpadas a óleo são a mesma coisa, também, com outros nomes, sinônimos para o mesmo dispositivo, "candeia", "lucerna" e "lâmpada de azeite"

1b - DE VELAS
Embora o uso de substâncias gordurosas em fibras (como juncos) existisse, as velas mais estruturadas, como as de cera de abelha, surgiram mais tarde. Evidências das "primeiras velas modernas (com pavio e sebo) remontam à época dos romanos, no século I d.C., sendo muito posteriores às primeiras lamparinas. 
As velas, por serem mais caras de produzir (especialmente as de cera de abelha) eram frequentemente reservadas para cerimonias religiosas ou iluminação de locais mais nobres.


TÓPICO 4º - ILUMINAÇÃO A AZEITE
1830 - SÉCULO XIX
Início da ILUMINAÇÃO A AZEITE: 
Segundo cronologia da FPHESP (Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo, os primeiros pontos de luz na Cidade de São Paulo surgiram em 1825, com lampiões fixados nas paredes de edifícios que funcionavam com óleo de mamona ou azeite de baleia como combustível.

Mas, de forma pública organizada com lampiões ILUMINAÇÃO A AZEITE, começou  em 1830.

Servidores municipais eram responsáveis por acendê-los manualmente ao anoitecer.

TÓPICO 5º - ILUMINAÇÃO A GÁS
HISTÓRIA DA COMGÁS
A Comgás-Companhia de Gás de São Paulo, empresa brasileira, iniciou suas atividades como San Paulo Gas Company (ou San Paulo Gás Co. Ltda) fundada em 28 de agosto de 1872 por investidores ingleses que receberam autorização/licença do Império Brasileiro, mediante o decreto nº 5071, com o objetivo de explorar os serviços de iluminação pública da Cidade de São Paulo.

Naquela época, século XIX, era comum que empresas de infraestrutura no Brasil (como ferrovias e iluminação) fossem financiadas por capital britânico, sendo batizadas em inglês. 

Desta feita, a empresa, em 1872, acendeu  os primeiros lampiões a gás nas ruas de São Paulo, substituindo assim, os lampiões a óleo de mamona (óleo vegetal ou azeite de baleia) por gás de carvão.
Em 1935, a empresa expandiu o fornecimento de gás de carvão para residências.

A empresa recebeu o nome da cidade que atendia ("San Paulo), porque fornecia a iluminação das ruas da capital paulista.

A empresa mudou de nome e controle ao longo do tempo e em 1912, foi para as mãos da empresa canadense Light, foi nacionalizada em 1959, passando a se chamar Companhia Paulista de Serviços de Gás, e posteriormente Comgás-Companhia de Gás de São Paulo.

Embora tenha tido participação de grupos estrangeiros no passado, como a British Gas,
atualmente ela é controlada pela Compass Gás e Energia, uma empresa brasileira pertencente ao grupo Cosan que adquiriu o controle acionário da empresa, consolidando sua participação, inclusive comprando as partes que pertenciam a grupos estrangeiros como a Shell.

A Comgás-Companhia de Gás de São Paulo evoluiu ao longo desses 156 anos, é a maior distribuidora de gás natural (GN) encanado do Brasil, focada no Estado de São Paulo.

Historicamente a Comgás utilizou diferentes fontes: azeite de peixe/mamona (iluminação no início), gás de carvão (a partir de 1935 e gás de nafta (a partir de 1960) atendendo ao mercado industrial e residencial.

A substituição do gás de nafta pelo gás natural (GN) foi um processo marcante, com grande conversão da rede e doas consumidores ocorrendo ao longo da década de 1990, com queixas registradas em 1994, por exemplo.

A privatização da Comgás em 1999 acelerou a mudança para o gás natural, eliminando gradativamente a dependência da nafta.

A Comgás-Companhia de Gás de São Paulo evoluiu ao longo desses 156 anos, é a maior distribuidora de gás natural encanado do Brasil, utilizando o gás natural (GN) como principal fonte, além de incentivar o uso de biometano, o biocombustível gasoso renovável, obtido pela purificação do biogás.

IMPORTANTE SABER:
NO ANO DE 1554 AO ANO DE 1822
NO ANO DE 1822 AO ANO DE 1889
- SÉCULOS XVI E XIX
PERIODOS COLÔNIA E IMPÉRIO














Foto Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO



No Período COLONIA/IMPÉRIO, o Pátio do Colégio, como MARCO HISTÓRICO, teve ILUMINAÇÃO À AZEITE (ou gordura de baleia/sebo, assim como, em outros lugares da cidade.
Pois, antes dos lampiões antigos que foram reativados, existiam os lampiões antigos que
funcionavam com combustão a azeite, uma iluminação comum na Cidade de São Paulo antes da ILUMINAÇÃO A GÁS.

Substituição: a ILUMINAÇÃO À AZEITE de baleia foi sendo substituído gradativamente pela ILUMINAÇÃO A GÁS pública.

O azeite de baleia começou a ser substituído por derivados de petróleo e, no caso da iluminação pública, pelos lampiões a gás a partir da segunda metade do século XIX, com o sistema se consolidando e durando até o início do século XX.

 TÓPICO 6º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA
AH! A FAMOSA LIGHT!
QUANTO ORGULHO, 
TINHAMOS SENTIAMOS, PAULISTANOS E PAULISTAS DE TER A LIGHT!

HISTÓRIA DA LIGHT E SUA SUCESSÃO

A Light como ficou conhecida foi a empresa responsável por grande parte da modernização da infraestrutura urbana da nossa Cidade de São Paulo, que naquela época era uma cidade em crescimento, contribuindo para o seu desenvolvimento industrial e populacional, quando introduziu o sistema de ILUMINAÇÃO ELÉTRICA, pública e privada e iniciou a operação com BONDES ELÉTRICOS no dia 7 de maio de 1900. 
  
A Light (originalmente The São Paulo Tramway, Light and Power Company Limited) foi fundada no Canadá em abril de 1899 e chegou ao Brasil no mesmo ano.
Ela iniciou suas operações em duas das maiores cidades do país na época, aqui, na Cidade de São Paulo e, logo em seguida, na Cidade do Rio de Janeiro.

PRÉDIO SE TORNOU ICÔNICO/HISTÓRICO
A Light de origem canadense, do empresário, também canadense, Alexander Mackenzie, para operar na Cidade de São Paulo construiu sua própria sede em 1926.
Rua Xavier de Toledo, 23, no CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO 

NO ANO DE 1981
Deu-se o fim da atuação da Light na Cidade de São Paulo, quando o seu controle foi transferido para o Governo de São Paulo, que criou a Eletropaulo-Eletricidade de São Paulo S.A.

Em 1998, a Eletropaulo foi privatizada e passou a ser conhecida por AES Eletropaulo S.A.

E, em 2018, a Eletropaulo foi comprada pela Enel, empresa italiana, que passou a ser a atual controladora e operadora responsável pela distribuição de energia na região metropolitana de São Paulo.

A Enel assumiu a infraestrutura, os funcionários e a base de clientes (cerca de 7,7 milhões de consumidores) que antes eram atendidos pela Eletropaulo.

NOTA:
A LIGHT, hoje, opera majoritariamente no estado do Rio de Janeiro.

TÓPICO 7º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA/LED

Fotos Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO