PARA FESTEJAR O ANIVERSÁRIO
472 ANOS - 25 JANEIRO 2026
DA CIDADE DE SÃO PAULO,
LOGO PELA MANHÃ,
BALÕES FLUTUAM NO CÉU AZUL, AZUL,
E OS OLHARES FIXOS, EMOCIONADOS, CONTENTES E AGRADECIDOS
POR VIVER NO SOLO DA NOSSA QUERIDA E ACOLHEDORA CIDADE DE SÃO PAULO,
OS SEGUEM ATÉ ELES CRUZAREM A LINHA DO HORIZONTE!
Noemia Arabe
TÓPICOS
1º - LUZ NATURAL
1 - LUZ DO DIA
2 - LUZ DA NOITE
2º - LUZ ARTIFICIAL
- FOGO
1 - FOGUEIRAS
2 - TOCHAS
3º - INTRODUÇÃO
1 - DE LAMPARINAS
2 - DE VELAS
4º - ILUMINAÇÃO A AZEITE
5º - ILUMINAÇÃO A GÁS
6º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA
7ª - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA/LED
NOTAS:
1ª - Embora esta minha Postagem seja sobre ILUMINAÇÃO - DA LUZ NATURAL À LUZ ELÉTRICA/LED NA CIDADE DE SÃO PAULO,
faço a INTRODUÇÃO,
discorrendo sobre COLINA e PLANALTO, os quais, fazem parte da HISTÓRIA DA CIDADE DE SÃO PAULO e o QUANTO SÃO IMPORTANTES.
2ª - Registro do meu especial AGRADECIMENTO ao fotógrafo, MARCOS AFONSO, que também no discorrer desta minha Postagem, a ilustro com suas FOTOS INÉDITAS, que ele me presenteou.
3ª - E, de certa forma, fazendo parte do CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE SÃO PAULO, MONUMENTOS, como a CATEDRAL DA SÉ, PALÁCIO DA JUSTIÇA, TEATRO MUNICIPAL, praças da REPÚBLICA e JÚLIO MESQUITA, obrigatoriamente são mencionados, TECNOLOGIA LED.
Noemia Arabe
DATAS IMPORTANTES
- ATÉ ANTES DE 1554
- 25 DE JANEIRO DE 1554
- 25 DE JANEIRO DE 2026
ATÉ ANTES DE 1554
COLINA E PLANALTO
Não se sabe precisar desde quando os indígenas, povo originário, nativos da terra, da tribo do Cacique Tibiriçá, da Aldeia Inhapuambuçu ou Aldeia Piratininga, viveram ou habitaram, para eles, a COLINA e o PLANALTO, que eles chamavam de PLANALTO DE PIRATININGA, até a vinda, ou a chegada dos portugueses, quando aqui, esses portugueses, definitivamente se radicaram e,
25 DE JANEIRO DE 1554
fundaram a CIDADE DE SÃO PAULO em 1554, Século XVI, passando a chamar a COLINA e o PLANALTO DE PIRATININGA de COLINA e PATEO DO COLLEGIO, atual PÁTIO DO COLÉGIO.
E, os portugueses sendo bem recebidos pelos indígenas, o povo originário, nativos da terra, se adaptaram a viver como eles.
A dormir em redes e a plantar e a comer a mandioca.
É, claro, cozida porque os indígenas já conheciam o fogo e já faziam os seus assados.
25 DE JANEIRO DE 2026,
ANIVERSÁRIO DE 472 ANOS
DA CIDADE DE SÃO PAULO,
Chamo a atenção dos Senhores Paulistanos e Paulistas e de todos como turistas, visitam a nossa bela CIDADE DE SÃO PAULO, que fazendo parte do PÁTIO DO COLÉGIO e seu complexo ao visitá-los, lá dentro, na parte interna, se aproximem bem próximo das grades, local do estacionamento que não é público e caminhem por toda a sua extensão e os senhores poderão AVISTAR a COLINA de cima para baixo e se a curiosidade aumentar ou a sensação de quero ver mais, concluam o percurso para também vê-la de baixo para cima, saindo do PÁTIO DO COLÉGIO, atravessem a rua, sentido Rua General Carneiro, descendo, percorrem-na no lado direito, olhando, os Senhores verão grades e entre as barracas dos ambulantes já poderão avistar diversos tipos de árvores, um arvoredo, parte da COLINA, da imensa COLINA QUE FORA, desçam essa rua até o final, na esquina, do mesmo lado, que dá frente para uma praça, contornem, sigam em frente, na calçada com grades, os Senhores poderão vê-la, ainda MAJESTOSA e ao lado, os fundos do Beco do Pinto e os fundos da casa da Marquesa de Santos, da DOMITILA DE CASTRO CANTO E MELO, com um coqueiro muito alto.
FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
vista parcial do que restou da Colina
de baixo para cima
FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
fundos do Beco do Pinto
vista de baixo para cima
HERANÇA -
MONUMENTO HISTÓRICO
PARA RELEMBRAR,
A COLINA NA SUA PLENITUDE
Muito antes do ano de 1500, século XV, os indígenas, povos originários, da tribo Guaianases do cacique Tibiriçá, Aldeia Inhapuambuçu ou Aldeia Piratininga, já habitavam e moravam nos Campos do Vale de Piratininga, especificamente no lugar onde foi erguido e onde até hoje está o MOSTEIRO DE SÃO BENTO, entre imensas florestas fechadas com terras de chão batido, de barro quando chovia, planícies, vales, rios com água potável e transparente, onde os peixes se multiplicavam e com também animais ferozes, aves, pássaros e trilhas caminhos QUE OS INDÍGENAS QUE AQUI JÁ VIVIAM e somente eles a desbravavam quando a procura da caça, pesca, das frutas e das plantas; ervas medicinais, nas imediações do PLANALTO DE PIRATININGA.
SÉCULO XVI - ANO 1553
Ano de 1553, vindo da Capitania Hereditária de São Vicente, da qual era donatário, o nobre português, militar e administrador colonial, Martim Afonso de Sousa, (lavoura da cana-de-açúcar), por um dos caminhos, o de Santos e íngreme Serra do Mar, aberto pelos indígenas, os jesuítas, padre Manuel da Nóbrega e o até então, noviço, José de Anchieta e mais outros jesuítas da Companhia de Jesus trilharam e procurando acharam no Planalto de Piratininga as boas condições para se instalar e iniciar a catequização dos indígenas Guaianases que ocupavam a terra.
A Cidade de São Paulo, a partir do Colégio de São Paulo de Piratininga formou-se no alto de uma colina entre os Vales dos Rios Anhangabaú e Tamanduateí.
LOCAL SEGURO, DE ONDE SE TINHA VISTA PRIVILEGIADA DE TODAS AS DIREÇÕES, ou melhor, 360°, para dificultar os ataques de inimigos ou de outras tribos indígenas, de clima tropical, com vegetação campestre dominante e de água abundante próprio para o povoamento.
ANO 1554 SÉCULO XVI
FUNDAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO
A Cidade de São Paulo nasceu no Planalto de Piratininga com a Primeira Missa rezada pelo Jesuíta Padre Manuel da Nóbrega, português e pelo até então, noviço José de Anchieta, (que tinha apenas, 20 anos de idade, nascido em 19 de março de 1534, em Tenerife, Ilhas Canárias, Espanha), em frente a uma cabana
coberta de folhas de palmeira de cerca de noventa metros quadrados - ou, como descrita pelo noviço, José de Anchieta, de dez por quatorze passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) e, também a cabana passou a ser conhecida como o Real Colégio de São Paulo de Piratininga, em 1554, um colégio jesuíta destinado a evangelização dos indígenas do local e teve como participantes, outros padres da Companhia de Jesus e os indígenas, da qual, Tibiriçá sendo o Cacique, passando ele a ser amigo, acolhendo e protegendo os jesuítas.
E, tendo os portugueses, todos esses, indígenas, como ESTEIO PARA A NOVA CIVILIZAÇÃO.
A Fundação da Cidade de São Paulo por Oscar Pereira da Silva - Coleção Museu da USP
RELEMBRAMOS,
QUE A COLINA
NA SUA PLENITUDE ERA IMENSA!
AGORA, VAMOS VER O QUE DA IMENSA COLINA RESTOU...
NESSA BELA FOTO COM A LUZ DO SOL REFLETINDO SOBRE ELA A SEGUIR:
FOTO CRÉDITO: MARCOS AFONSO
A COLINA VISTA DE BAIXO PARA CIMA
SEM PLACA, QUEM PASSA NÃO SABE...
- PLANALTO DE PIRATININGA (TOPO)
nome dado pelos indígenas
1º- PATEO DO COLLÉGIO (TOPO)
2º atual - PÁTIO DO COLÉGIO
nome dado pelos portugueses
- COLINA - (BASE)
A COLINA - (BASE), embora, hoje aterrada, junto com a região de várzea do Parque Dom Pedro II, Rua 25 de Março - Centro/Sé - São Paulo - SP, porque sofria grandes inundações quando os rios transbordavam ainda dá para notar que ela continua íngreme, uma difícil subida.
TÓPICO 1º - LUZ NATURAL
1a - LUZ DO DIA
- O SOL
O Sol é uma estrela anã amarela e o maior e principal astro do nosso Sistema Solar.
É a principal fonte de luz e energia para a existência da vida na Terra.
1b - LUZ DA NOITE
- A LUA
A Lua é o satélite natural da Terra.
Um corpo celeste que orbita nosso planeta, não tendo luz própria, mas refletindo a luz do Sol, sendo o segundo objeto mais brilhante no céu depois do Sol.
A noite de lua cheia clareia a Terra.
A Lua já nos fornece energia indiretamente pelas marés, mas o futuro aponta para tecnologias avançadas que podem transformar o satélite em uma fonte direta e abundante de energia limpa para a Terra.
Antes de 1554 os indígenas que viviam no PLANALTO DE PIRATININGA se orientavam principalmente pela LUZ NATURAL, DO DIA e DA NOITE.
A observação do céu noturno e dos astros tinha grande importância para a astronomia indígena, orientação e rituais.
TÓPICO 2º - LUZ ARTIFICIAL
- FOGO
1a - FOGUEIRA
2b - TOCHA
ASSUNTO: FOGO
Eu, Noemia Arabe, lembro-me de já ter lido e pessoas falarem que o atrito entre duas pedras conseguia-se o FOGO.
Hoje, como o assunto é pertinente pesquisando na internet sobre o FOGO, encontrei esse artigo MUITO INTERESSANTE, COM DIFERENTES OBSERVAÇÕES, QUE MENCIONO ABAIXO,
1ª e 2ª, do autor arqueólogo e pesquisador britânico John Gowlett publicado na revista Philosophical Transactions of the Royal Society, que passo na íntegra a transcrever, onde ele afirma que o FOGO acontece:
1ª - por meios de incêndios naturais - raios de tempestades e,
2ª - quando ele aponta as três formas o porquê da utilização do FOGO.
VAMOS A ELA
Ainda há muito a ser estudado e descoberto sobre quando e por que o fogo foi utilizado pela primeira vez.
Assim, afirma o arqueólogo e pesquisador britânico John Gowlett, professor de arqueologia e egiptologia, em um artigo publicado na revista Philosophical Transactions of the Royal Society, em 2016.
Sabe-se que os primeiros hominídeos conheceram o fogo por meio de incêndios naturais, principalmente os que são produzidos por raios de tempestades.
No entanto, a descoberta do fogo como ferramenta pelos seres humanos é considerada um processo de longo prazo.
COMO O FOGO COMEÇOU A SER UTILIZADO?
Para compreender como a apropriação do fogo pelos humanos aconteceu, o autor aponta três formas de utilização do elemento:
1 - Como iluminação para encontrar; em locais escuros, ovos de aves, lagartos e outros animais que serviam de alimentos;
2 - Como forma de aquecimento, proteção e preparo de alimentos;
3 - Como ferramenta para a produção de cerâmica e outros objetos.
O artigo explica como um desses usos pode ter marcado o início do interesse humano pelo fogo "As aves (como por exemplo, os falcões) estão atentas às oportunidades de apanhar animais, incluindo invertebrados, que estão fugindo de incêndios. É possível que situações semelhantes estejam na base das primeiras interações humanas com os incêndios".
A procura de comida após um incêndio teria levado à ingestão de alimentos cozidos acidentalmente, algo que teria, então, sido replicado pelos humanos no consumo de carne, explica John Gowlett.
HÁ QUANTO TEMPO O FOGO É UTILIZADO?
Embora as evidências do uso do fogo sejam escassas na arqueologia, há provas de material queimado datado de cerca de 1,5 milhão de anos atrás, afirma o artigo da "Philosophial Transactions of the Royal Society".
Na mesma linha, o Museu Nacional de História Natural Smithsonian, em Washington "D.C." ou (d.C.), nos Estados Unidos, afirma que a prática de cozinhar pode datar de há mais de 1,5 milhões de anos. No entanto as primeiras lareiras ou fogões registrados têm cerca de 790 mil anos.
A Encyclopedia Britannica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido) relata que as evidências indicam que a primeira utilização controlada do fogo ocorreu há pouco mais de 1,4 milhão de anos.
Contudo, ressalta a Encyclopedia, só a partir de 7000 a.C, é que os humanos do período Neolítico desenvolveram técnicas para fazer fogo usando ferramentas produtoras de fricção (através do atrito de dois corpos ou objetos).
Fonte Crédito: https://nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/03/quando-e-como-foi-descoberto-o-fogo-a-verdade-sobre-essa-historia
COMO SE DEU A DESCOBERTA DO FOGO E DE COMO FAZER FOGO?
OBSERVAÇÃO NATURAL:
1 - Os primeiros humanos provavelmente viram o fogo gerado por raios em florestas e aprenderam a mantê-lo aceso, usando-o para aquecer e afastar predadores.
2- PRIMEIROS REGISTROS:
Evidências de uso de fogo datam de milhões de anos, com o Homo erectus usando-o para cozinhar por volta de 1,8 milhão de anos atrás, o que melhorou a digestão e absorção de nutrientes.
3 - COMO FAZER FOGO (MÉTODOS PRIMITIVOS)
A capacidade de criar o fogo foi um passo decisivo, envolvendo:
1 - Atrito ou Fricção: esfregar rapidamente duas pedras, sílex e pirita (ouro dos tolos) até que as faíscas caiam sobre um material seco e inflamável (isca), como: palha, fungos secos ou musgo.
2 - Atrito ou Fricção: usar um pedaço de madeira para criar atrito ou fricção contra outro pedaço de madeira como base, gerando calor até formar brasas.
Como fazer FOGO, essa habilidade permitiu aos humanos:
1 - se aquecer,
2 - cozinhar,
3 - se proteger de animais selvagens,
4 - estender as horas de atividade,
1a - FOGUEIRA
DO FOGO VEIO A FOGUEIRA
que é uma manifestação controlada e simbólica do fogo, que se podia e que ainda hoje se pode
bater papo ao redor de uma fogueira e até mesmo como ponto de encontro social, aquecimento e celebração, especialmente nas Festas Juninas ou em qualquer festa, celebração que se queira, À LUZ DO LUAR.
FOGUEIRA
FonteCrédito: https://cordilheira.com.br/blogs/cordilheira/como-acender-uma-fogueira-de-forma-pratica?
1b - TOCHA
DO FOGO VEIO A TOCHA
Tochas rudimentares, tipo de luz artificial, que eram usadas para iluminação externa e em áreas maiores e também, por pessoas quando precisavam caminhar à noite por ruas escuras,
feitas de material combustível ou inflamável, como resina natural e madeira, amarrado a um bastão.
TOCHA
Fonte Crédito:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tocha
TÓPICO 3º - INVENÇÃO
1a - DE LAMPARINAS
A lamparina foi inventada antes que a vela.
A lamparina, como um recipiente simples com azeite e pavio, precede a invenção da vela de pavio estruturado.
As lamparinas de azeite são muito mais antigas e foram um dos primeiros métodos de iluminação artificial após a descoberta do fogo.
As primeiras lamparinas, feitas de pedra, conchas ou barro, datam de milhares de anos atrás, sendo usadas desde o Paleolítico Superior e encontradas em civilizações antigas como a Mesopotâmia, há mais de 4.500 anos.
Durante milênios, as lamparinas a óleo foram a principal forma de iluminação doméstica.
Observação: lamparinas e lâmpadas a óleo são a mesma coisa, também, com outros nomes, sinônimos para o mesmo dispositivo, "candeia", "lucerna" e "lâmpada de azeite"
1b - DE VELAS
Embora o uso de substâncias gordurosas em fibras (como juncos) existisse, as velas mais estruturadas, como as de cera de abelha, surgiram mais tarde. Evidências das "primeiras velas modernas (com pavio e sebo) remontam à época dos romanos, no século I d.C., sendo muito posteriores às primeiras lamparinas.
As velas, por serem mais caras de produzir (especialmente as de cera de abelha) eram frequentemente reservadas para cerimonias religiosas ou iluminação de locais mais nobres.
TÓPICO 4º - ILUMINAÇÃO A AZEITE
1830 - SÉCULO XIX
Início da ILUMINAÇÃO A AZEITE:
Segundo cronologia da FPHESP (Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo, os primeiros pontos de luz na Cidade de São Paulo surgiram em 1825, com lampiões fixados nas paredes de edifícios que funcionavam com óleo de mamona ou azeite de baleia como combustível.
Mas, de forma pública organizada com lampiões ILUMINAÇÃO A AZEITE, começou em 1830.
Servidores municipais eram responsáveis por acendê-los manualmente ao anoitecer.
Pois, antes dos lampiões antigos que foram reativados, existiam os lampiões antigos que
funcionavam com combustão a azeite, uma iluminação comum na Cidade de São Paulo antes da ILUMINAÇÃO A GÁS.
Substituição: a ILUMINAÇÃO À AZEITE de baleia foi sendo substituído gradativamente pela ILUMINAÇÃO A GÁS pública.
O azeite de baleia começou a ser substituído por derivados de petróleo e, no caso da iluminação pública, pelos lampiões a gás a partir da segunda metade do século XIX, com o sistema se consolidando e durando até o início do século XX.
TÓPICO 5º - ILUMINAÇÃO A GÁS
ANTES, IMPORTANTE SABER:
HISTÓRICO DA
EVOLUÇÃO DAS EDIFICAÇÕES DO PÁTIO DO COLÉGIO, após imagem...
1 - Após a construção da primeira cabana de pau-a-pique em 25 de janeiro de 1554, no PÁTIO DO COLÉGIO ou da CIDADE DE SÃO PAULO, fundado (a) pelos padres jesuítas, Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, construção essa, precária, feita com técnicas rústicas, utilizando terra, barro, madeira e vegetação, comum no início da colonização.
Mas, que servia como a primeira escola, igreja e residência dos jesuítas da Companhia de Jesus (Ordem dos Jesuítas), vinculada à Igreja Católica.
Era uma estrutura modesta para catequização no alto de uma colina, posicionada entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú, facilitando a defesa e o encontro de trilhas indígenas.
Devido então, à fragilidade, a estrutura de pau-a-pique, logo precisou ser substituída por uma construção mais sólida, a de taipa de pilão em 1556.
2 - Em dezembro de 1556, o PÁTIO DO COLÉGIO teve sua estrutura ampliada pelos jesuítas.
Inicialmente, foram erguidas estruturas de taipa de pilão pelo padre Afonso Brás, incluindo, uma igreja, um colégio, o REAL COLÉGIO DE SÃO PAULO DE PIRATININGA e a residência dos padres, para assim, abrigar melhor, tanto os jesuítas, quanto para catequizar e proteger os indígenas), substituindo a construção provisória inicial para consolidar o Pateo do Collegio ou Pátio do Colégio. Fonte: IBGE/ Biblioteca, foto
abaixo...
Em 1640,
ocorreu a primeira expulsão dos jesuítas do Pátio do Colégio e de São Paulo, movida por uma revolta dos moradores e bandeirantes locais.
O motivo foi a defesa, pelos jesuítas, da liberdade dos indígenas, o que contrariava os interesses dos paulistas que queriam escravizá-lo, especialmente após a aplicação de bulas papais que proíbem tal prática.
Foi um movimento popular e de líderes locais (chamado "botada dos padres fora"), não uma ordem direta da Coroa Portuguesa naquele momento.
Os padres jesuítas só puderam retornar à capitania de São Vicente em 1653, após aceitarem condições dos moradores, incluindo não divulgar documentos papais sobre a liberdade dos nativos.
Esse episódio é frequentemente lembrado como um conflito direto entre a autonomia da Companhia de Jesus e a necessidade de mão de obra escrava para a economia bandeirante.
Hoje, o local é considerado o berço histórico de São Paulo e um importante centro cultural e turístico no centro da cidade.
O Pateo do Collegio ou Pátio do Colégio
com a Igreja e o Convento retratado por
Militão Augusto de Azevedo em 1862
Da Divisão de Acervo Histórico
Foto Militão Augusto de Azevedo/
Acervo Arquivo Histórico Municipal
Foto Crédito:
https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=359298
Alesp
Licença de uso Creative Commons BY,
Nome do Fotógrafo/Alesp'.
3 - Em 12 de janeiro de 1759,
o Marquês de Pombal, deliberou a expulsão dos padres jesuítas da Companhia de Jesus de Portugal e de todos os seus domínios e por consequência do Brasil, do Pateo do Collegio ou Pátio do Colégio, Pará, Maranhão, entre outros.
Essa drástica intervenção visava aumentar o controle do Estado Absolutista sobre as colônias, retirando o poder educacional e econômico que os jesuítas exerciam de forma que nova construção foi realizada para se tornar o Palácio dos Governadores, entre os anos de 1765 e 1908, o qual, também, foi demolido na década de 1950.
Fonte: IBGE/Biblioteca
Foi totalmente demolido em 1953. A demolição ocorreu para permitir a reconstrução do conjunto histórico do Pátio do Colégio, que recriou a igreja e a escola jesuíta originais de 1554. Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/
4 - A atual construção do Pátio do Colégio, no centro de São Paulo, teve suas obras iniciadas em janeiro de 1976.
Projetada como uma réplica da estrutura do século XVII, a obra foi finalizada e inaugurada em 1979 por Adolpho Lindenberg. O complexo é considerado um "falso histórico" por reconstruir o estilo colonial em época recente. Fonte: A vida no Centro.
Curiosidade: Uma das colunas do antigo palácio foi preservada e hoje sustenta o altar da Catedral da Sé, projetado pelo artista sacro Cláudio Pastro, em 2008 Fonte: https://www.instagram.com/p/DUF827qjuax/
PERÍODOS COLONIAL E IMPERIAL
ILUMINAÇÃO A AZEITE
PATEO DO COLLEGIO
OU
PÁTIO DO COLÉGIO
Nos Períodos COLONIAL e IMPERIAL, o Pátio do Colégio, como MARCO HISTÓRICO, teve ILUMINAÇÃO À AZEITE (ou gordura de baleia/sebo), assim como, em outros lugares da
cidade.
PATEO DO COLLEGIO
OU
PÁTIO DO COLÉGIO
REATIVAÇÃO OFICIAL
DOS LAMPIÕES A GÁS,
14 DE SETEMBRO DE 2023, 18H30
A Prefeitura de São Paulo em parceria com a Comgás, que é a empresa responsável pelo fornecimento de gás e pela continuidade do projeto de iluminação histórica em uma cerimônia na noite de quinta-feira, dia 14 de setembro de 2023, às 18h30, realizaram a reativação oficial dos lampiões a gás do Pateo do Collegio ou Pátio do Colégio.
A cerimônia foi aberta ao público, gratuito, em uma caminhada, tendo a participação dos Trovadores Urbanos, o renomado grupo musical brasileiro e do coral Schola Cantorum por todo o percurso iluminado pela luz dos lampiões a gás.
Foto Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO
Foto Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO
HISTÓRIA DA COMGÁS
A Comgás-Companhia de Gás de São Paulo, empresa brasileira, iniciou suas atividades como San Paulo Gas Company (ou San Paulo Gás Co. Ltda) fundada em 28 de agosto de 1872 por investidores ingleses que receberam autorização/licença do Império Brasileiro, mediante o decreto nº 5071, com o objetivo de explorar os serviços de iluminação pública da Cidade de São Paulo.
Naquela época, século XIX, era comum que empresas de infraestrutura no Brasil (como ferrovias e iluminação) fossem financiadas por capital britânico, sendo batizadas em inglês.
Desta feita, a empresa, em 1872, acendeu os primeiros lampiões a gás nas ruas de São Paulo, substituindo assim, os lampiões a óleo de mamona (óleo vegetal ou azeite de baleia) por gás de carvão.
Em 1935, a empresa expandiu o fornecimento de gás de carvão para residências.
A empresa recebeu o nome da cidade que atendia ("San Paulo), porque fornecia a iluminação das ruas da capital paulista.
A empresa mudou de nome e controle ao longo do tempo e em 1912, foi para as mãos da empresa canadense Light, foi nacionalizada em 1959, passando a se chamar Companhia Paulista de Serviços de Gás, e posteriormente Comgás-Companhia de Gás de São Paulo.
Embora tenha tido participação de grupos estrangeiros no passado, como a British Gas,
atualmente ela é controlada pela Compass Gás e Energia, uma empresa brasileira pertencente ao grupo Cosan que adquiriu o controle acionário da empresa, consolidando sua participação, inclusive comprando as partes que pertenciam a grupos estrangeiros como a Shell.
Historicamente a Comgás utilizou diferentes fontes: azeite de peixe/mamona (iluminação no início), gás de carvão (a partir de 1935 e gás de nafta (a partir de 1960) atendendo ao mercado industrial e residencial.
A substituição do gás de nafta pelo gás natural (GN) foi um processo marcante, com grande conversão da rede e dos consumidores ocorrendo ao longo da década de 1990, com queixas registradas em 1994, por exemplo.
A privatização da Comgás em 1999 acelerou a mudança para o gás natural, eliminando gradativamente a dependência da nafta.
A Comgás-Companhia de Gás de São Paulo evoluiu ao longo desses 156 anos, é a maior distribuidora de gás natural encanado do Brasil, focada no Estado de São Paulo, utilizando o gás natural (GN) como principal fonte, além de incentivar o uso de biometano, o biocombustível gasoso renovável, obtido pela purificação do biogás.
TÓPICO 6º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA
DIA MUNDIAL DA ILUMINAÇÃO ELÉTRICA 21 DE OUTUBRO
THOMAS EDISON
GRANDE FEITO - MENTE BRILHANTE
Thomas Edison, empresário norte americano (1847-1931)
Muitos cientistas, inventores, trabalharam muito antes e também foram influentes para a descoberta da lâmpada elétrica, como Sir Joseph Wilson Swan, físico e químico inglês (1828-1914) que criou protótipos funcionais décadas antes, cujo trabalho pioneiro na Inglaterra antecedeu, de fato, o sucesso comercial de Thomas Edison, mas as lâmpadas eram ineficientes, caras ou duravam muito pouco.
A maior dificuldade encontrada por Joseph Wilson Swan e Thomas Edison, quando tentavam fazer lâmpadas desse tipo, era encontrar um material apropriado para o filamento... Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/lampada_incandescente
LÂMPADA INCANDESCENTE
COM FILAMENTO DE LONGA DURAÇÃO
No entanto, foi em 21 de outubro de 1879, THOMAS EDISON, é quem acabou por desenvolver a MELHORIA, ou seja,
É O INVENTOR DA LÂMPADA INCANDESCENTE, A COM FILAMENTO DE LONGA DURAÇÃO (que era o grande desafio técnico na época).
O filamento de carbono de alta resistência dentro de uma ampola de vidro a vácuo foi o elemento chave que tornou a lâmpada prática e duradoura. Fonte: Neoenergia
Ele, THOMAS EDISON com sua equipe haviam criado o primeiro sistema completo de iluminação elétrica que era prático, acessível e comercialmente viável e de maneira que também projetou toda a infraestrutura necessária para que a eletricidade chegasse às casas: geradores, cabos, interruptores, fusíveis e medidores.
THOMAS EDISON obteve a patente principal de sua lâmpada incandescente (Patente nº 223.898 especificamente em 27 de janeiro de 1880.
Fonte: National Archives
Embora a patente tenha sido concedida em 1880, THOMAS EDISON demonstrou uma lâmpada funcional em 21 de outubro de 1879.
Fonte: Facebook
NIKOLA TESLA 1893, TAMBÉM FOI UM GÊNIO - MENTE BRILHANTE
UMA DE MUITAS OUTRAS INVENÇÕES
AS INVENÇÕES DE TESLA
Quando questionados sobre quem inventou a luz elétrica, normalmente associamos o feito a Thomas Edson, certo? Pois bem, trata-se de uma grande injustiça, já que a corrente que venceu a "guerra" foi a de Tesla. Seu sistema conseguia gerar energia com cabos menores e voltagens maiores. Portanto, ele sim deve ser considerado o "pai da eletricidade...
Fonte: https://www.superprof.com.br./blog/cientista-nikola-tesla/
Nikola Tesla (1856-1943)
Nasceu de família sérvia na Aldeia Smiljan, condado de Lika, no Império Austríaco, em 10 de julho de 1856 e morreu em 7 de janeiro de 1943, aos 86 anos, em Nova Iorque, Estados Unidos, foi um inventor, físico experimental, engenheiro eletricista e engenheiro mecânico, queria, de certa forma, conquistar o mundo.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla
Seu sonho de menino era ir aos Estados Unidos. E ele não só o realizou como passou a trabalhar em Nova Iorque no laboratório de THOMAS EDISON.
Tesla atuava em melhorias das linhas de dínamos criadas por Thomas e, anos mais tarde, os dois cientistas começaram a se desentender devido a uma opinião divergente relacionada a corrente contínua e alternada.
Tais divergências tomaram tamanha proporção que eles se recusaram a dividir o prêmio Nobel da física de 1912. Assim, o prémio acabou não ficando com nenhum dos dois: foi dado a um terceiro pesquisador da época. Hoje, muitas pessoas recorrem a aulas de física online para aprofundar seu conhecimento na física e se inspirarem em grandes inventores.
Tesla chegou à conclusão de que o melhor modelo a ser usado para tomadas elétricas era o modelo polifásico alternado. Á época, foram registradas mais de 40 patentes relacionadas a esse estudo...sendo todas compradas por George Westinghouse.
E foi então que o conflito com Edson se intensificou ainda mais: esse defendia a corrente contínua, enquanto Tesla e Westinghouse defendiam a alternada. Como essa última apresentava tecnologia superior, ela foi a vencedora.
Ao longo de sua vida, foram mais de 700 patentes no mundo todo. Ele estava à frente do seu tempo. Prova disso é que, àquela época, já defendia o uso de energia solar e marítima, além de comunicações entre planetas e satélites.
Ler Mais
Fonte:https://www.superprof.com.br/blog/cientista-nikola-tesla/
FOTO DE NIKOLA TESLA - NEON
Os painéis de neon, tão usados hoje em dia, foram criados por Nikola Tesla.
Iluminação fluorescente e de néon (1893)
Nikola Tesla desenvolveu versões iniciais de lâmpadas fluorescentes e de néon, utilizando eletricidade de alta frequência para criar luz sem o uso do filamento. Ele demonstrou essas lâmpadas na Exposição Mundial Colombiana em Chicago, em 1893.
Ler Mais,
Fonte:teslasciencecenter.org/nikola-tesla-inventions/
EM 1938, NIKOLA TESLA,
A LÂMPADA FLUORESCENTE,
MAIS ECONÔMICA E EFICIENTE
Criada por Nikola Tesla, em 1938, chega ao mercado a lâmpada fluorescente (feita com gás argônio e mercúrio, mais eficiente que as lâmpadas incandescentes e halógenas, sendo mais econômica pois emite mais energia em forma de luz do que de calor. É considerada uma lâmpada de descarga, devido a uma corrente elétrica fluindo através do gás no tubo de vidro. Elas podem ser classificadas em tubulares, eletrônicas, circulares e compactas.
Fontes: https://cliquearquitetura.com.br/artigo/lampadas-fluorescentes.html
https://eccosave.com.br/2020/06/08/historia-das-lampadas
Essas lâmpadas fluorescentes de Nikola Tesla, representaram uma avanço significativo em eficiência energética, consumindo menos energia para produzir a mesma quantidade de luz.
Por décadas, dominaram a iluminação de escritórios, escolas e espaços comerciais, mas tinham suas desvantagens: continham mercúrio (um material tóxico), podiam piscar e, por vezes, emitiam um zumbido perceptível.
Fonte: https://info.eletrafo.com.br/post/do-fogo-a-eletricidade-a-historia-da-iluminacao
AH! A FAMOSA LIGHT!
QUANTO ORGULHO,
SENTIAMOS, PAULISTANOS E PAULISTAS DE TERMOS A LIGHT!
HISTÓRIA DA LIGHT E SUA SUCESSÃO
A Light como ficou conhecida foi a empresa responsável por grande parte da modernização da infraestrutura urbana da nossa Cidade de São Paulo, que naquela época era uma cidade em crescimento, contribuindo para o seu desenvolvimento industrial e populacional, quando introduziu o sistema de ILUMINAÇÃO ELÉTRICA, pública e privada e iniciou a operação com BONDES ELÉTRICOS no dia 7 de maio de 1900.
A Light (originalmente The São Paulo Tramway, Light and Power Company Limited) foi fundada no Canadá em abril de 1899 e chegou ao Brasil no mesmo ano.
Ela iniciou suas operações em duas das maiores cidades do país na época, aqui, na Cidade de São Paulo e, logo em seguida, na Cidade do Rio de Janeiro.
PRÉDIO SE TORNOU ICÔNICO/HISTÓRICO
A Light de origem canadense, do empresário, também canadense, Alexander Mackenzie, para operar na Cidade de São Paulo construiu sua própria sede em 1926.
Rua Xavier de Toledo, 23, no CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO
NO ANO DE 1981
Deu-se o fim da atuação da Light na Cidade de São Paulo, quando o seu controle foi transferido para o Governo de São Paulo, que criou a Eletropaulo-Eletricidade de São Paulo S.A.
Em 1998, a Eletropaulo foi privatizada e passou a ser conhecida por AES Eletropaulo S.A.
E, em 2018, a Eletropaulo foi comprada pela Enel, empresa italiana, que passou a ser a atual controladora e operadora responsável pela distribuição de energia na região metropolitana de São Paulo.
A Enel assumiu a infraestrutura, os funcionários e a base de clientes (cerca de 7,7 milhões de consumidores) que antes eram atendidos pela Eletropaulo.
NOTAS:
1 - Uso do PRÉDIO ICÔNICO/HISTÓRICO da LIGHT, foi preservado e resplandece como o SHOPPING LIGHT, o shopping central da Cidade de São Paulo, mantendo elementos arquitetônicos originais.
2 - A LIGHT, hoje, opera majoritariamente no estado do Rio de Janeiro.
TÓPICO 7º - ILUMINAÇÃO ELÉTRICA/LED
Atualmente, vemos nos postes antigos, que são réplicas ou originais antigos que foram restaurados, que ficam na frente da CATEDRAL DA SÉ e sua praça SÉ, do PALÁCIO DA JUSTIÇA e sua praça CLÓVIS BEVILÁQUA (que antes eram duas praças, ou seja, eram separadas por vários prédios que foram derrubados na marreta, em 1971, como o luxuoso PALACETE SANTA HELENA que ocupava grande parte do quarteirão e um outro, conhecido como EDIFÍCIO MENDES CALDEIRA, tendo seu nome completo EDIFÍCIO WILSON MENDES CALDEIRA, super moderno, com 30 andares e 110 metros de altura, um dos maiores prédios da Cidade de São Paulo, construído em 1961, nem chegou a debutar, com 14 anos de idade, COMO PRIMEIRA IMPLOSÃO NO BRASIL, FOI DESTRUÍDO OU IMPLODIDO, em 16 de novembro de 1975 para dar lugar à construção da ESTAÇÃO SÉ DO METRÔ e hoje, como consequência, vemos e temos DUAS PRAÇAS EM UMA SÓ PRAÇA), do TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO, das praças REPÚBLICA e JÚLIO MESQUITA e em outros pontos históricos da CIDADE DE SÃO PAULO a atmosfera bucólica da ILUMINAÇÃO A GÁS antiga, mas a ILUMINAÇÃO é ELÉTRICA, tecnologia moderna LED dentro das luminárias históricas para simular a luz amarelada.
A PREFEITURA DE SÃO PAULO tem restaurado esses postes históricos de ferro fundido (do início do século XX, usando técnicas artesanais e impressão 3D para as partes danificadas, modernizando-os com luzes de LED.
Inclusive as áreas da praça da Sé e do Teatro Municipal de São Paulo receberam 114 novos refletores de LED de alta potência nesses postes ornamentais para reforçar a iluminação.
FOTOS
DO PALÁCIO DA JUSTIÇA DE SÃO PAULO E DE SUA PRAÇA CLÓVIS BEVILÁQUA
COM SUA ILUMINAÇÃO ELÉTRICA/LED
Foto Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO
Foto Crédito: Fotógrafo, MARCOS AFONSO
Noemia Arabe

























